fluxos

Atravessamentos, rizomas, madureza da vida. Confusão!
Compromissos, falta de grana, navego e rolo de rir – viva o Firefox com Stumble
sinto-me em falta com o ritmo que mereço
sinto-me pequena
mas sou grande

Preguiça?

Acabo de notar que faz quase um mês que não publico. O blog ficou largado, enquanto os muitos acontecimentos vão atravessando o urdume, tramando um pano que chamo de vida minha, esta bolha que emergiu do oceano e um dia a ele voltará. Gosto mais dessa imagem do que o velho e bíblico “do pó ao pó”. Pó molhado é lama, chapa!
Foram semanas intensas, cheias de trabalho, pensamentos e pesquisas.
Foram dias cheios de papos bons, encontros, desencontros.
Pontilhados, como sempre, pela presença das teclas, estar conectada.
Pior que ficar 3 semanas sem escrever aqui é saber que ninguém reclama. Audiência no traço, como na época que trabalhava na Cultura.

Setenta!!!


Fazer 70. Emocionar-se com as presenças. Dar primeiro pedaço de bolo pra filha mais velha. Foi ele quem ensinou a gostar de poesia, sonhar com arte, ouvir música “clássica”, que eu chamo de erudita.
Foi ele quem deu bronca, passou carão na frente do namorado, socorreu acidentes, ensinou a dirigir.
Foi ele quem fez meu álbum de bebê.
Comemorar com Quintana parece adequado.

Hai-Kai de Outono
Uma borboleta amarela?
Ou uma folha seca
Que se desprendeu e não quis tombar?


O VERSO
O verso é um doido cantando sozinho.
Seu assunto é o caminho. E nada mais!
O caminho ele próprio inventa…

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pensamenteando


A magia de estar junto, pura e simplesmente, sem grandes julgamentos, pretensões de saber. Cada um dá o que tem, cada um recebe o que precisa. Terminamos nutridos na conexão. Nutridos podemos navergar pelas nossas águas, ir do sólido ao líquido, voltar ao sólido. Estamos vivos e conectados uns aos outros. Grandes lençóis de gente que se parecem com colônias de bactérias, tramas, urdiduras. Arte, vida e, porquê não?, mágica.
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Interrogações

Falar o quê? New Orleans submersa, o Congresso que está de lama até a tampa, convocações, solicitações.
A resposta é um silêncio dolorido, recheado de vontade.
Este mês prima pelo excesso de aniversários. Passam dois dias e pumba! Lá vem mais um “Parabéns”…
Tem um lado bacana, cheio de sorrisos.
Tem um lado sombrio, cheio de dores
E a gente navega, inevitavelmente…