Cantarolando, chegou abril

Março foi, com as suas tradicionais águas, uma festa de fazeres, inícios e “fins”. 1. Fim da depressão e da tristeza
2. Começo das aulas de AE no Palas – um grupo lindo
3. Gravar as mães recebendo seus bebês no Amparo Maternal – maravilhoso!
4. Levar a minha coaching a sério e fazer os meus projetos andarem, a vida se viabilizar – às vezes, ainda acho totalmente impossível.
5. Decidir que tudo tem um tempo. Minhas sessões com Regina chegarão ao fim no meu aniversário
6. Estar feliz, mesmo sem dinheiro. É algo novo, novíssimo.
7. Dar parabéns a todos os arianos que povoam a vida no pós 21/03: Marina, Eugênia, Cláudia, Mariana…
8. Esperar o Sérgio chegar – e hoje ele mostrou a carinha!!!

As águas de março

Depois do porre veio a terça gorda, entrevada. Com as cinzas, vieram projetos, propostas, trabalho e trabalho e trabalho.
Sites, vídeos, fotos, textos. No meio do caminho, encontros. Bons encontros como havia imaginado. No meio da canseira, dor (parece Lesão por Esforço Repetitivo), cansaço e esperança.
Em dez dias choveu o previsto para o mês. Ruas alagaram, muitas vezes me tranquei dentro de casa. Xinguei a TV por satélite (que desaparece), peguei um novo livro, tento organizar a agenda.
Novos jeitos vêm junto com março. É um mês difícil, mas devo confessar: é divertido. Acho que curto março deste jeito tão especial porque tem gosto de véspera de aniversário.
Este ano, em especial, descubro um novo sentido, sinto-me livre, livre, livre.
São Paulo, cidade querida, mil perdões! Eu rezo por mais águas, para lavar a alma, andar na chuva quente, limpar as ruas e definitivamente deixar o passado pra trás.

Álcool, ciúme e confete

Segundona de carnaval devia ter só álcool e confete – mas o desentendimento atingiu em cheio o trio carnavalesco.
Marcado pelo ciúme e pela saudade, a saudade tomou conta, fez vomitar, fez chorar. Suor e cerveja. Noite linda, perfeita, quente. Queria festa, encontrei o meu inchaço. Que horror! Quanta vergonha!