foto: 4-6, CC-BY-NC-ND
Com olhos molhados sigo em frente
Crente na máxima de que as lágrimas levantam o barco do leito seco e nos levam a um lugar melhor
E que vale o caminho, não o destino…
foto: 4-6, CC-BY-NC-ND
Com olhos molhados sigo em frente
Crente na máxima de que as lágrimas levantam o barco do leito seco e nos levam a um lugar melhor
E que vale o caminho, não o destino…
foto: daniel stark, CC-BY-NC-SA
aí você chega a uma determinada altura e parte o seu coração
sozinha mesmo.
não precisou de nenhuma ajuda – fez a meleca por conta própria
Enquanto lambe as feridas, olha pra trás…
e aí aparece um padrão
Na hora H, no momento decisivo, algo dentro se parte
Me afasto, falho, falto, sumo, desapareço
Num passe de auto-sabotagem, coloco para correr exatamente as pessoas (duro este plural, mas é verdadeiro) que mais me conhecem e exigem o melhor de mim
Ou pior: deixo a ostra me engolir.
E os amigos queridos vão sumindo no tempo, na vida, ficam longe…
Resultado prático: evito conexões, questionamentos e não olho para o que tem que ser tratado e cuidado.
Que feio!
foto: Gabi Butcher
Depois de ter o coração partido muitas vezes – diz a lenda que tenho o dedo podre… – eu me sinto na obrigação de compartilhar o que aprendi:
1. ficar triste não é pecado. Faz parte. quem aceita, faz passar mais rápido.
2. existe um mantra que ajuda: eu vou esquecer, eu vou esquecer, eu vou esquecer.
3. tenha sempre uma amiga de confiança que possa te dar socorro. Esta deveria ser a primeira, porque é a mais importante.
4. outro mantra: vai passar, vai passar, vai passar.
5. pega leve: pensar positivo ajuda muito a salvar a pátria.
a grande vontade é deitar e deixar de existir. pronto. sossego eterno garantido…
será que para aprender a morrer a gente vive intensamente estes instantes?
mil perguntas, um fluxo constante, enquanto navego entre o de sempre e o novo que me persegue.
No meio do frio intenso
Eu precisava mesmo de algo dourado
Alegre e forte
Que me lembre do que sou
De quem eu realmente sou
Hoje o Hugh me lembrou, logo cedo, de que não adianta xongas tentar ser igual a todo mundo. Ou querer se encaixar em algo que você já sabe que não funciona.
Junto com o texto que a Nosphie mandou ontem no Twitter, isso me lembra: sim, eu quero mudar o mundo – e ser feliz.
Melhor de tudo? Eu sei onde estou!